Vaca Loca 2013 @ Yacht Club . Araçatuba/SP

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Tecnologia
Alan Martins - Formado em Tecnologia de Sistemas pela Faculdade UNIP de Araçatuba e Pós Graduado em Desenvolvimento de Sistemas Web pelo Centro Universitário Católico Uni Salesiano de Araçatuba

#Fakenews

“Curtir” e “compartilhar” notícias falsas sem leitura prévia são sintomas de que epidemia está longe de acabar

Olá, amigos!

Desde sempre, em todos os meios de comunicação, existem notícias que são falsas – ou, como são chamadas na linguagem da web, “fakes”. Elas existem seja por falta de informação, seja por maldade de quem as divulga, ou por qualquer outro motivo. Na internet, isso não é diferente.

No mundo web, isso começou a partir de e-mails que se propagavam para as pessoas, com notícias do tipo: “A AOL irá pagar $0,10 a cada encaminhamento desse e-mail para X pessoas”, ou algo semelhante. As pessoas que recebiam a mensagem, na esperança de ganhar esse dinheiro, encaminhavam o e-mail sem parar. Alguém se lembra disso?

Essas notícias tinham como objetivo arrebanhar e-mails válidos para mandar spams ou para vender como lista de e-mails para empresas. As notícias falsas são menos frequentes, sobretudo a partir da aparição das redes sociais, como Orkut, myspace e agora, o Facebook mas ainda permanecem em circulação.

Há posts que divulgam que, a cada “compartilhar” ou “curtir” recebido, a própria rede social ajudará, financeiramente, a família dos envolvidos na foto que estampa o post. Isso é um absurdo, mas muitos internautas teimam em “ajudar”. O que fazem, de fato, nada mais é do que dar visibilidade para a pessoa que postou a foto pela primeira vez na rede.

E para que uma pessoa quer isso? Para que sua página no Facebook tenha maior número de acessos e, assim, poder provar, comercialmente, que sua marca tem visibilidade.

Isso, é claro, não prejudica quem compartilha ou curte, a não ser que se mostrar sem conhecimento do que está fazendo seja considerado providencial.

Outro tipo de notícia falsa que faz certo sucesso, migrando dos e-mails para as redes sociais, é sobre crianças ou pessoas desaparecidas. Em muitos casos, as notícias divulgam detalhes do desaparecimento, como o local onde a pessoa foi vista pela última vez, a data, a roupa que vestia – mas não divulgam informações básicas, como o telefone de contato para os casos em que a pessoa é identificada.

Mas como identificar as notícias falsas?

A melhor maneira é fazer algo que temos a fama de não fazer: ler essas notícias. Use a própria internet para identificar se a notícia é realmente verdadeira ou falsa, antes de sair por aí distribuindo “curtir” e “compartilhar”. É claro que há aqueles casos para os quais basta um pouco de bom senso. Um exemplo é a informação, falsa, de que dentro das próximas 12 horas, o Facebook seria pago – divulgada pelo programa Fantástico, da rede Globo. A notícia, absurda, foi desmentida pelo próprio site do Facebook, que trouxe em sua página inicial (logo abaixo dos campos de usuário e senha), a partir de então, os dizeres “É gratuito e sempre será”.

Um ótimo site para poder saber se uma notícia é falsa ou não é o http://www.e-farsas.com, que, desde 2002, está online ajudando a desmistificar essas notícias – uma espécie de serviço público a nós, internautas.

Assim, antes de compartilhar, curtir ou encaminhar qualquer tipo de notícia, o conselho é: saiba mais sobre essas informações, para não cair nesse golpe de notícias falsas.

É isso aí. Eu sou Alan Martins e nos vemos na próxima!

 

Prestes a se formar em Direito, Thaina Fernandes nos emprestou sua beleza para nossa 21ª capa e nos contou detalhes sobre sua vida. ( Maquiagem Viviane Dias, Roupas e Acessórios Espetacullo, Fotos Momentos Fotografia )

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